Em entrevista ao Jornal da CBN, o deputado federal Leo Prates falou sobre a PEC em tramitação na Câmara.
Por CBN
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_d975fad146a14bbfad9e763717b09688/internal_photos/bs/2026/A/c/TNZOyjRTSBw9duFUhy8A/img20250819182956599.jpg)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_d975fad146a14bbfad9e763717b09688/internal_photos/bs/2026/A/c/TNZOyjRTSBw9duFUhy8A/img20250819182956599.jpg)
A Proposta de Emenda à Constituição que pretende acabar com a escala de trabalho 6×1 terá a tramitação acelerada, para que seja aprovada até o fim de maio na Câmara dos Deputados.
- Desenrola 2.0 será lançado nesta segunda com foco nas bets
- Antes da promulgação da Lei da Dosimetria, STF já recebe pedidos de redução de penas do 8 de janeiro
Em entrevista ao Jornal da CBN, o deputado federal Leo Prates, relator da comissão especial da Câmara sobre o tema, afirmou que cerca de 30% dos trabalhadores brasileiros estão no regime 6×1. Segundo ele, a maioria recebe até um salário mínimo, o que, em sua avaliação, reduz o risco de perdas salariais com possíveis mudanças.
“30% dos trabalhadores brasileiros estão trabalhando na escala 6×1. Então, eu não vejo como esses 30% serem maiores do que 70% da força de mão de obra. Nesses 30%, grande parte dessa mão de obra ganha, em sua grande parte, salário mínimo. Portanto, não há como haver redução salarial desse ponto de vista.”
Prates também contestou o argumento de que a redução da jornada comprometeria a produtividade. Para o deputado, esse fator está mais ligado a investimentos, tecnologia e infraestrutura do que ao número de horas trabalhadas.https://e3d2e13877268b59587b53ae1d614eea.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-45/html/container.html?n=0
“A produtividade não é um elemento só da jornada de trabalho. Veja que o Brasil tem uma das maiores jornadas de trabalho do mundo, na atualidade, e uma das mais baixas produtividades. Por quê? Porque a produtividade está associada a uma questão de investimento nas empresas.”


