Angelo Coronel entra na campanha à reeleição com uma vantagem que poucos senadores no Brasil conseguem ter: liderança organizada em cada um dos 417 municípios baianos. O próprio senador confirmou recentemente que mantém gente ativa e articulada em todo o estado, presença que vai além de Salvador e alcança até o município mais isolado do semiárido.
A rede não nasceu na véspera de eleição, mas de trás, foi prefeito de Coração de Maria, deputado federal, e só depois senador, eleito em 2019 já com trânsito construído entre prefeitos e vereadores de regiões distintas da Bahia. É o histórico de quem já geriu prefeitura pequena e sentiu na pele o aperto de um orçamento curto, e não utiliza como discurso de campanha, mas prova de currículo.
No mandato, a proximidade virou coisa prática, do dia a dia de quem mora longe da capital. Foi Coronel quem ajudou a organizar o orçamento de todo o país em 2025, trabalho que definiu quanto dinheiro chegou de volta para saúde, estrada e escola de cada cidade baiana. Foi ele quem propôs baixar o quanto a prefeitura pequena paga de imposto sobre folha de pagamento, para sobrar mais dinheiro para posto de saúde e merenda. Brigou por projeto que segura o preço do cacau e ajuda o produtor do sul do estado a não perder a colheita para dívida. E defendeu, um por um, o salário mínimo de categoria que trabalha todo dia pelo povo: engenheiro que fiscaliza obra, fisioterapeuta que cuida de idoso, enfermeiro que atende de madrugada.
É desta soma, presença no território mais resultado que chega no bolso e na vida de quem mora no interior, que Coronel decide colocar no centro da campanha. É liderança plantada em cada prefeitura baiana, testada em oito anos de mandato, reconhecida por gestor de partido diferente e de lados políticos diferentes.


