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PEDRO TAVARES HOMENAGEIA AMÉRICA DOURADA, ITAGUAÇU DA BAHIA, CANUDOS E VÁRZEA DA ROÇA

PEDRO TAVARES HOMENAGEIA AMÉRICA DOURADA, ITAGUAÇU DA BAHIA, CANUDOS E VÁRZEA DA ROÇA

O deputado Pedro Tavares (UB) apresentou, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), moção de congratulações para os moradores de América Dourada, Itaguaçu da Bahia, Canudos e Várzea da Roça, pelo aniversário de emancipação política e administrativa dos municípios no mês de fevereiro. O parlamentar solicitou à Casa que, após tramitação regimental, dê conhecimento das moções às respectivas câmaras de vereadores e imprensa oficial.

Sobre América Dourada, que celebrou 39 anos no dia 25 de fevereiro, o deputado anotou que sua origem deve-se aos filhos e netos de João José da Silva Dourado, que, em 1870, compraram uma fazenda que, no decorrer dos tempos, passou a povoado e foi denominado Mundo Novo. “A maioria de seus habitantes era descendente de João José da Silva Dourado e, tomando conhecimento da existência de uma cidade com este mesmo nome, sentiram a necessidade de mudar o nome do povoado para América. As povoações vizinhas passaram a chamá-lo de América dos Dourados. Passando depois a denominar-se América Dourada”, relatou.

No tributo a Itaguaçu da Bahia, que completou 35 anos dia 24 de fevereiro, ele informa que, inicialmente, foi criado com o nome Tiririca do Luisinho, por lei municipal de 1900, subordinado ao município de Xique-Xique e, em 1989, foi elevado à categoria de município com a denominação de Itaguaçu da Bahia, pela Lei Estadual nº 4839, de 24 de fevereiro de 1989. “Itaguaçu é um termo de origem tupi que significa pedra grande, pela junção de itá (pedra) e gûasu (grande)”, completou o legislador.

Na moção para o 39º aniversário de Canudos, celebrado em 25 de fevereiro, o deputado faz um breve histórico do município, desde seu povoamento, nos séculos XVII e XVIII, passando pela formação de pequena aldeia, nomeada Canudos, ocupada, em 1893, pelo líder religioso Antônio Conselheiro e seus seguidores a até a Guerra de Canudos. “Por volta de 1910, os pouquíssimos sobreviventes da Guerra de Canudos fundam outro povoado de nome Canudos”, numa fazenda que veio a desaparecer por sob as águas do Açude de Cocorobó em 1969. “Um pequeno bairro do vilarejo ficou fora das águas, e hoje é chamado de Canudos Velho. A Lei Estadual nº 4.405, de 25 de fevereiro de 1985, emancipa o vilarejo de Cocorobó do município de Euclides da Cunha e o batiza de Canudos, tornando-se assim a terceira localidade com este nome”, explica o deputado.

Já sobre Várzea da Roça, que completou 39 anos no dia 25 de fevereiro, o parlamentar descreve que o local, na década de 40, tinha grande movimento de vaqueiros que saiam de Morro do Chapéu com destino à Feira de Santana, e assim foi criada uma vila. Emancipada dede Mairi, seu nome faz homenagem aos fundadores, pois ali se situava uma fazenda com o mesmo nome, informa o deputado. “Por volta do ano 1940 muitas pessoas começaram a povoar essa região, isso devido às terras existentes na mesma, que ofereciam ótimas qualidades para uma boa plantação. No início da construção das primeiras casas, o povo vivia unicamente da agricultura, onde cultivava o pó-de-palha, mamona, milho, feijão, sisal, fumo-de-corda etc”, lembrou Pedro Tavares.

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