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“Preconceito e aversão aos valores patrióticos”, diz Capitão Alden após presidente da CCJ na Câmara orientar que parlamentar baiano se identificasse sem patente militar

“Preconceito e aversão aos valores patrióticos”, diz Capitão Alden após presidente da CCJ na Câmara orientar que parlamentar baiano se identificasse sem patente militar

Após o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, deputado federal Rui Falcão (PT), pedir para que o deputado federal Capitão Alden (PL-BA) seja chamado exclusivamente pelo nome no colegiado, o parlamentar baiano afirmou que a posição do petista se trata de “preconceito” e aversão aos símbolos que representam o patriotismo, principalmente o militar.

O pedido foi feito na última quarta-feira (3), durante audiência da comissão sobre a inviolabilidade civil e penal de deputados e senadores. De acordo com Rui Falcão, as próprias Forças Armadas pediram para deputados não utilizem patentes militares na identificação parlamentar.

Respondendo ao posicionamento de Falcão, Capitão Alden salientou que tomará todas as medidas possíveis para garantir o seu direito de ser chamado pela patente que foi concedida.

“Primeiramente, a questão da minha patente de Capitão ela foi concedida pelo governador do Estado da Bahia, ela não foi me dada, foi conquistada. Então, o deputado federal Rui Falcão disse que eu não poderia utilizar o meu nome parlamentar, pois não via motivos de estar utilizando e, segundo ele, teria chegado um documento do Exército Brasileiro orientando os militares a não fazer o uso da sua graduação no posto parlamentar. Eu não estou subordinado ao Exército Brasileiro, eu sou Capitão da Polícia Militar da Bahia, e a patente conferida pelo governador, uma vez eu preenchendo todos os requisitos legais”, disse o parlamentar, acrescentando que o petista não tem “poderes” para estipular tal questão.

“Também não cabe ao deputado Rui Falcão, mesmo como presidente da CCJ, dizer qual tipo de nome parlamentar o deputado vai estar utilizando. Ele é presidente da CCJ, e não da Câmara”, completou.

O Capitão ressaltou que a atitude do presidente da CCJ é uma forma de preconceito contra os símbolos patrióticos, bem como ao militarismo. “Eu vejo isso como preconceito, mas me surpreendo que um esquerdista tenha essa postura, visto que eles têm aversão a qualquer símbolo que represente o patriotismo, principalmente quando se refere ao militarismo”, completou, lembrando que o seu nome parlamentar obedece todos os requisitos da proposto pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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