Aos nove anos, um menino deixou Coração de Maria para estudar em Salvador. Na mala, pouca coisa. Na formação, o exemplo de uma mãe professora e a presença constante do pai, a certeza, vinda de casa, de que educação abre caminho. Essa distância ensinou cedo o valor do trabalho e da responsabilidade. Décadas depois, aquele menino se tornaria engenheiro, empresário, prefeito, deputado e hoje ocupa uma cadeira no Senado da República: Angelo Coronel.
A trajetória começou na sala de aula, como professor particular de matemática e física, antes de se formar em engenharia e abrir a própria empresa. Da experiência de empreender nasceu a entrada na política, primeiro como prefeito de Coração de Maria. Foi ali, na porta de uma prefeitura do interior, que Coronel aprendeu onde a vida realmente acontece: na mãe que busca atendimento para o filho, na comunidade que cobra uma creche, no agricultor que precisa de estrada para escoar a produção.
A própria vivência definiu o mandato no Senado, conquistado com quase quatro milhões de votos baianos. Como relator da proposta que passou a exigir cacau de verdade no chocolate, Coronel defendeu produtores e municípios que dependem da atividade cacaueira. Autor da proposta que reduz a contribuição previdenciária de pequenas prefeituras, abriu espaço no orçamento municipal para saúde, educação e infraestrutura. Como relator do orçamento da União, garantiu recursos para o programa Gás do Povo e para o Minha Casa, Minha Vida, decisões que chegam à mesa e ao teto de milhares de famílias.
Ao lado de ACM Neto na aliança “Unidos para Mudar a Bahia”, Coronel carrega para a nova etapa a mesma bússola que trouxe do interior: presença onde o poder público costuma faltar. Não é a promessa de um caminho sem obstáculo, mas assumir o compromisso de enfrentar cada um deles, com a experiência de quem já administrou cidade com recurso limitado e cobrança diária.
Da sala de aula à Câmara, da prefeitura ao Senado, a história de Angelo Coronel se resume em direção: de gente para gente. O senador da gente.


