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R$ 25 MILHÕES CHEGAM AO SEMIÁRIDO: KÁTIA BACELAR E JOÃO BACELAR LEVAM DESENVOLVIMENTO, RENDA E ESPERANÇA A MILHARES DE PRODUTORES RURAIS DA BAHIA

R$ 25 MILHÕES CHEGAM AO SEMIÁRIDO: KÁTIA BACELAR E JOÃO BACELAR LEVAM DESENVOLVIMENTO, RENDA E ESPERANÇA A MILHARES DE PRODUTORES RURAIS DA BAHIA

Em uma região marcada historicamente pelos desafios da seca, da escassez de investimentos e das dificuldades enfrentadas pelo homem e pela mulher do campo, uma iniciativa começa a mudar a realidade do semiárido baiano. Com investimento histórico de R$ 25 milhões, o Projeto Supera São Francisco se consolida como uma das maiores ações de fortalecimento da agricultura familiar e da caprinovinocultura já implantadas na Bahia.

Por trás dessa conquista estão duas lideranças que têm colocado o desenvolvimento do interior como prioridade: a pré-candidata a deputada estadual Kátia Bacelar e o deputado federal João Bacelar. Foi através da articulação de João Bacelar junto ao Ministério da Educação (MEC) e ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) que os recursos foram assegurados para a implantação e expansão do programa em território baiano.

Já Kátia Bacelar tornou-se a principal defensora da iniciativa no estado. Conhecida por sua forte ligação com o setor produtivo rural, produtora e conhecedora da realidade do semiárido, ela assumiu a missão de acompanhar pessoalmente a execução do projeto, dialogando com agricultores familiares, associações, cooperativas e lideranças comunitárias.

Não por acaso, Kátia passou a ser reconhecida como a madrinha do Supera São Francisco na Bahia.

“O desenvolvimento do semiárido passa pelo fortalecimento de quem produz. O pequeno produtor precisa de assistência, tecnologia, oportunidade e mercado. É isso que estamos construindo através do Supera São Francisco”, tem defendido a líder política durante suas visitas aos municípios beneficiados.

O programa leva ao campo assistência técnica especializada, acompanhamento veterinário, controle sanitário dos rebanhos, combate às verminoses, transferência de tecnologia, capacitação e orientação produtiva. Na prática, significa mais produtividade, mais qualidade dos rebanhos e mais renda para milhares de famílias que dependem da criação de caprinos e ovinos para sobreviver.

Os reflexos já começam a ser sentidos em municípios como Uauá, Sento Sé, Juazeiro, Andorinha, Casa Nova, Sobradinho e Ourolândia, localidades onde a caprinovinocultura representa uma das principais atividades econômicas e fonte de sustento para inúmeras famílias.

Mas o projeto já mira voos ainda maiores.

Em reuniões realizadas em Brasília, Kátia Bacelar e João Bacelar avançaram nas discussões para transformar o Supera São Francisco em uma política pública permanente. A proposta prevê a participação de outros ministérios, como o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), ampliando o alcance das ações e garantindo mais investimentos para o semiárido.

Entre os novos projetos em discussão estão a implantação de agroindústrias para beneficiamento da produção, ampliação do acesso ao crédito rural, fortalecimento das cooperativas, criação de um selo de identidade geográfica para os produtos do semiárido e abertura de novos mercados para os produtores da região.

A estratégia é clara: fazer com que a riqueza produzida no semiárido permaneça no semiárido, gerando emprego, renda e desenvolvimento para os municípios do interior.

Em um momento em que muitos produtores enfrentam dificuldades provocadas pelas mudanças climáticas e pelos altos custos de produção, o Supera São Francisco surge como uma resposta concreta para fortalecer a economia rural e valorizar quem produz alimento, gera riqueza e movimenta a economia da Bahia.

Com trabalho político, articulação institucional e presença constante ao lado dos produtores, João Bacelar e Kátia Bacelar transformaram um projeto em uma verdadeira ferramenta de desenvolvimento regional. Mais do que números, os R$ 25 milhões representam oportunidade, dignidade e um novo horizonte para milhares de famílias do semiárido baiano.

E para muitos produtores, a avaliação já é clara: o Supera São Francisco não é apenas um programa. É um divisor de águas na história da agricultura familiar do semiárido da Bahia.

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